Desde março desse ano venho enfrentando uma lesão inflamatório de tendinite na mão direita. Esse processo começou durante a primeira semana de avaliações do semestre, mas só depois fui buscar auxílio médico. Pra quem não sabe, cursava arquitetura, curso que segundo pesquisas demanda maior tempo de estudo, superando direito e medicina.
Como fazia questão de ser boa aluna, passar um mês sem conseguir desempenhar minhas atividades adequadamente, por estar com a mão imobilizada, foi um grande transtorno. Meu rendimento caiu, e a minha mente não soube lidar bem com isso, afetando até mesmo a recuperação da tendinite.
Foi então que comecei a perceber que precisava urgentemente diminuir o meu ritmo, não dava mais pra passar horas debruçada no computador fazendo projeto, virando madrugadas a fio. Surgiu então o pensamento sobre trancar o curso e seguir carreira holística, já que tinha começado o curso de terapia xamânica também em março. E foi justamente numa das aulas do curso que comecei a absorver a ideia de sair de arquitetura.
Decidir trancar foi muito difícil, envolvia ideias pré estabelecidas sobre o meu futuro, concepções criadas pela minha família de que sem um diploma eu não seria bem sucedida. E escutar de professores que eu era um grande talento e fazia diferença dentro de sala de aula também não tornou fácil esse processo.
Mas foi justamente nesse momento que entrei em maior sintonia com o universo e comecei a receber diversas informações tão grandiosas que me fizeram questionar se eu era verdadeiramente merecedora de tudo que a mim chegava. Foi um momento de transformação muito mágico, pois me entreguei ao universo e ele me mostrou que curar era minha missão aqui nesse planeta.
Ainda estou em processo de aprendizado, de desenvolvimento da minhas habilidades de cura, e principalmente me curando de algumas feridas emocionais que ainda se encontram abertas dentro do meu ser. Agradeço imensamente ao universo por me proporcionar tamanho crescimento.
Antes
de começar é necessário explicar uma coisa: tudo que você lerá aqui são
pensamentos construídos com base em conhecimento que adquiri ao longo
da vida e questionamentos que me faço desde sempre. Não tenho uma
resposta, mas construi uma linha de raciocínio que, na minha cabeça, faz
algum sentido, e pode ser utilizada para dialogar com outras pessoas e
aprender mais sobre o universo, o sentido da vida, etc. Se quiser deixar
sua contribuição no final, fique à vontade de comentar. Dito isso,
vamos começar.
O
universo é bem grande, composto por uma quantidade impensável de
átomos. Quando tudo começou, há 13 bilhões de anos atrás, todos estes
átomos estavam juntos numa singularidade perfeitamente balanceada. Não
havia matéria, nem tempo, apenas a singularidade. Algo aconteceu, não
sabemos o quê, que resultou num desequilíbrio dessa estrutura, gerando
uma grande explosão (Big Bang).
Big Bang e Geometria Sagrada
Os
átomos se espalharam, depois se juntaram, formaram estrelas, planetas e
tudo que existe hoje. Todos estes fenômenos foram físicos e químicos e,
embora ainda não saibamos muito sobre física quântica, tudo nos leva a
crer que tais leis (físicas e químicas) são constantes, pelo menos neste
universo.
Assim
sendo, se possuíssemos um super computador capaz de simular um
universo, tudo que precisaríamos era conhecer todas as fórmulas que o
regem e todos os parâmetros iniciais do mesmo (posição e carga
energética de cada átomo, por exemplo). Do ponto de vista matemático
isso faz total sentido. Pense numa forma geométrica, uma parábola por
exemplo, ela possui uma fórmula (y² = 4px) a qual, com determinados
parâmetros irá sempre construir a mesma forma geométrica (aprendemos
isso em geometria analítica).
Para desenhar uma parábola precisamos apenas de sua fórmula
Pois
bem, se levarmos isso para um nível mais complexo, podemos criar
imagens usando apenas fórmulas e parâmetros, os chamados fractais.
Existem vários softwares capazes de gerar essas imagens e se você for
analisar o quanto de informação é necessário para replicar um fractal
ficará surpreso ao descobrir que tais softwares não precisam guardar
informação de cada pixel, mas apenas as fórmulas e parâmetros usados
(que são bem mais complexos do que uma parábola).
Imagem feita usando o software Chaotica Fractals
Assim,
podemos afirmar que possuindo uma fórmula matemática e os parâmetros,
podemos recriar estruturas geométricas complexas, desde que tenhamos as
ferramentas apropriadas.
Mas o que isso tem a ver com o universo?
Pense
num universo como um grande fractal, uma grande fórmula matemática com
uma quantidade gigantesca de parâmetros, os quais possibilitaram que
tudo seja como é hoje. O nosso Sol foi formado há 4,6 bilhões de anos,
mas já seria possível prever sua existência no primeiro milésimo de
segundo do universo (se tivéssemos aquele supercomputador que falei),
pois toda a física e química é previsível. Hoje nós sabemos calcular
rota de meteoros com um certo nível de precisão, e embora nunca sejamos
capaz de prever a posição de cada átomo do universo, podemos concluir
que a matéria se comporta de acordo com as leis que regem o cosmos.
Contudo,
temos um fator extra que altera o universo: a biologia. Para aprofundar
nosso raciocínio, vamos considerar o universo como uma simulação de
computador e que nós somos observadores. Seria possível prevermos que um
meteoro cairia na Terra e mataria os dinossauros, pois podemos calcular
a rota de todos os meteoros, prever suas colisões e mudanças de rota
devido à gravidade, calcular o tamanho do estrago e até onde o mesmo
cairia. Porém, não seriamos capazes de informar exatamente quais animais
sobreviveriam, pois seres vivos não são tão previsíveis como um pedaço
de rocha no espaço, certo?
Talvez
com dados suficientes seríamos capazes de prever quando e onde a vida
surgiria no universo. Talvez pudéssemos prever ainda o comportamento dos
seres unicelulares que são “programados” para buscar energia em forma
de alimento, pois saberíamos como eles se movem e onde há alimento. Se
expandirmos essa lógica, podemos pensar que, TALVEZ, fosse possível para
um supercomputador prever não somente as leis da física e química, mas
também comportamento biológico instintivo e até mesmo inteligência
complexa.
Fractal em loop eterno
Hoje
nós conseguimos, por exemplo, prever certos tipos de comportamento
animal e humano, mas será que conhecendo todas as variáveis, um
supercomputador poderia ser onisciente, onipresente e onipotente numa
simulação do universo de modo que ele soubesse, não somente a posição de
cada átomo, mas também que no dia 01 de junho de 2019 eu estaria
escrevendo este texto? Nós já desenvolvemos inteligências artificiais e
somos capazes de prever como elas se comportarão em determinadas
situações (desconsiderando as falhas na programação e conhecendo todos
os fatores externos do ambiente e internos da máquina em questão). Ou
seja, num suposto universo simulado, nós seriamos parte da simulação,
logo, somos previsíveis, assim como uma inteligência artificial.
Isso nos leva a um dilema: temos livre-arbítrio? Ou estamos apenas vivenciando o resultado atual da fórmula matemática que originou o nosso universo?
Levando
isto para o nível espiritual, é fácil associar este supercomputador a
um deus todo poderoso que supostamente criou a fórmula do universo e deu
“play” na “simulação” que vivemos hoje. Esta ideia não é nova, chama-se
Design Inteligente. Recomendo ler mais sobre se achou isso interessante. 😉
Mas e ai? Temos ou não livre arbítrio?
Tudo
que é simulado está sob as regras da simulação. O seu computador não
pode fazer nada além do que ele é capaz de fazer, da mesma forma que nós
não temos o poder da telecinesia para mover objetos apenas com nosso
pensamento. Estamos limitados a um universo com leis físicas, químicas e
biológicas. Mas isso não significa que somos 100% parte da “simulação”.
Os
únicos seres capazes de alterar uma simulação em tempo de execução
seriam os que estão fora dela, ou seja, quando você joga um video-game, o
personagem que você controla tem poder de decisão limitado com base nas
restrições do jogo e nos seus comandos. Contudo, você, como não faz
parte do jogo, pode alterar o código do jogo ou usar algum cheat ou mod
para permitir com que seu personagem faça algo que ele não deveria. Ao
fazer isso, você altera as leis que regem aquele universo. Portanto, se
de alguma forma nós somos agentes capazes de alterar nossa realidade
dentro deste universo, isso significa que: a) existem brechas na
simulação que nos permitem alterar o código e consequentemente o nosso
destino; ou b) nós fazemos parte do universo simulado apenas
parcialmente, pois nós também existimos fora deste universo físico.
No filme Matrix, quando alteram a simulação acontecem falhas, como um DejaVu
O
problema da primeira possibilidade é que ainda assim ela é limitada. Um
personagem de um jogo poderia usar brechas para conseguir vantagens,
mas ainda sim estaria presos as regras e as brechas dela realidade a
qual existe. A segunda opção é mais interessante para nós, pois nos
permite crer que fazemos parte de um outro universo aquém ao físico, e
que de lá nós estaríamos deliberadamente alterando este. Seria como se
nossos corpos fossem avatares e que nós estamos jogando uma realidade
virtual imersiva da qual não podemos sair enquanto o jogo não termina
para nós.
Juntando
isso tudo e analisando as diversas crenças religiosas existentes no
mundo, temos uma possível conexão que explicaria tudo. Nós somos parte
do divino, anterior ao Big Bang. Somos consciência cósmica que
deliberadamente (ou não, depende da religião) vem para o mundo físico
para alterar o mesmo, literalmente dar vida. Isso seria uma verdade para
todo ser vivo: vírus, bactérias, fungos, formigas, cães, gatos,
elefantes, macacos, humanos; cada um com um nível de consciência
diferente exercendo um papel bem simples neste universo físico: fazer
parte de um todo para cooperar com a manutenção deste universo.
Estaríamos
aqui, então, simplesmente para fazer com que essa criação divina
continue. Estamos dando um significado para a existência do universo
físico, pois o mesmo foi criado um algum propósito. Talvez, assim como
os jogos são criados para que possamos aprender e ao mesmo tempo nos
divertir, esse universo, esses corpos que possuímos, são meros
instrumentos de aprendizado e diversão na jornada da vida, obedecendo
algumas regras e assumindo as consequências de nossas ações/decisões.
Faz sentido irmos para o além do universo e voltarmos para cá diversas
vezes, para repetir a experiência, ajudar os jogadores menos experientes
e contribuir para a continuidade da existência universal.
O que podemos concluir de tudo isso?
Não
sabemos como é nossa existência fora da realidade deste universo.
Talvez sejamos um só, literalmente, e apenas quando existimos aqui
sejamos indivíduos. Talvez sejamos indivíduos separados que contribuem
para construir uma história no universo. Talvez a gente decida vir e
voltar à vida, reencarnando diversas vezes, ou talvez a gente não decida
e sejamos apenas operários seguindo ordens da rainha celstial. Talvez a
reencarnação seja uma necessidade de nossa consciência cósmica que
carece de uma vivência física. Talvez a gente precise aprender a abdicar
desta experiência física, um vício da alma, e tenhamos que aprender a
ser apenas luz e parar de querer ter outra vida física (parece que Jesus
e Buda fizeram isso).
Samsara, o loop da vida
Não
sei. Acho interessante pensar sobre, mas acho ainda mais interessante
aproveitar esta vida. Pois mesmo que o livre-arbítrio seja uma ilusão,
seja no universo físico ou mesmo no âmbito cósmico, não cabe a mim nessa
existência tentar entender o porque eu vim para cá, apenas devo fazer
meu papel dentro das limitações deste plano. Vou aprender, me divertir e
contribuir para um universo melhor. É o que parece mais sensato a se
fazer.
Depois de tudo o que aconteceu no sábado – fui assaltada quase na porta de casa, mas está tudo bem – quase não pensei em você, mas hoje, bom… Hoje é seu aniversário, e é quase impossível não lembrar disso quando você é uma pessoa tão aficionada com datas como eu. O que mais se passa na minha cabeça é se você queria os meus parabéns, eu sei, é uma coisa idiota de se pensar, mas é assim que a minha mente maluca funciona. Afinal na minha concepção aniversário é um dia muito importante. Não nego que gostaria de te abraçar, e te desejar tudo de melhor possível – eu ainda me pergunto como ainda tenho esses desejos, porque né?… Essa semana vai fazer um mês que não te vejo, e 3 semanas que não falo com você. Gostaria muito que isso estivesse me ajudando a te esquecer, mas você ainda perambula bastante pela minha mente insana 🙁 Repito, irei continuar com minha vidinha, até que você seja apenas uma lembrança de um tempo bom, até lá espero que eu consiga te amar menos a cada dia que passe.
Uma página em branco, o álcool no meu sangue, o som da sua banda favorita e lágrimas são tudo que eu encaro nesse exato momento. As coisas tem sido difíceis, eu sei – pelo menos pra mim. Eu sei que sua vida segue como se eu nem tivesse passado por ela, como se nada tivesse um tipo de significado, como se tudo o que você me disse um dia não valesse de nada. O foda disso tudo é que apenas as coisas boas se passam na minha cabeça nesse momento, e é impossível não desejar por mais delas, é impossível não desejar estar com a pessoa que você era, aquela pessoa maravilhosa que você costumava ser, antes de se encher de dúvidas como se sentia. Antes de se prender a qualquer tipo de status. É praticamente impossível não desejar o seu corpo junto ao meu, como costumava a estar a menos de um mês atrás, ou como ele me envolvia. Ou até mesmo como eu conseguia relaxar e ter uma boa noite de sono ao seu lado – coisa que já tem bastante tempo que não tenho. Que poder é esse que você ainda exerce sobre mim? O que é tudo isso? Eu realmente queria entender, pra poder expulsar isso de uma vez por todas de dentro de mim. Mas é impossível, e talvez isso faça de mim uma pessoa melhor, afinal depois de tudo o que aconteceu, eu só consigo manter por você os sentimentos mais bons que alguém pode manter por outra pessoa. Ainda me pergunto onde no meio de tudo o que aconteceu que você mudou, onde você deixou de ser aquela pessoa doce e que se importava. Onde você realmente parou de se importar, e tudo virou apenas só sexo, ou porque eu não parei tudo quando eu percebi o que estava acontecendo. Acreditar que você sentia algo por mim só fez deixar a minha cabeça cada vez mais confusa, porque você não agia conforme isso, você não demonstrava que sentia algo. Toda aquela relação virou algo apenas carnal, e mesmo sabendo como me sentia eu me envolvia cada vez mais, deixando você tomar conta de dentro do meu ser. Deixando você fazer parte de mim. A verdade é que eu sei que eu te perdoaria por tudo o que aconteceu, eu sou assim, eu perdoo as pessoas, pelo mínimo de arrependimento que elas apresentam. Mas sempre irei me perguntar como alguém pode ter tanta dúvida sobre o que sente sobre alguém, e ainda assim dizer palavras que expressem MUITO significado sobre isso. Porque depois desse “tempo todo” eu continuo a ter tantas dúvidas sobre o que aconteceu? Porque eu ainda sinto que eu poderia ter feito algo pra ter evitado tudo isso? Porque eu ainda te amo tanto? Eu só queria que houvesse uma forma de formatar você do meu coração, e seguir em frente a minha vida, da forma que toda pessoa deve fazer. Afinal de contas, como você sempre disse nunca tivemos nada sério. Eu deveria ter me protegido disso tudo, deveria ter imaginado que nada daria certo, como nunca deu antes na minha vida, afinal eu sempre tomo no cu. Ás vezes eu queria poder te dizer tantas coisas, mas sei que pra você elas seriam tão insignificantes, seria o mesmo que ficar calada, como fico hoje. Tudo o que eu mais quero é que você saia da minha cabeça, eu não aguento mais lhe dar com isso. Porque até que você não apareça nela está tudo maravilhoso e lindo, mas se você me vem a mente por um segundo eu não consigo ter mais nenhum tipo de paz, parece um tipo de praga. Por mais que eu tente focar em outras coisas, você teima em aparecer na minha mente, brotando de algum lugar que eu esperava que você não estivesse mais. Tantas coisas que você me disse ainda vagam na minha mente, como se fossem ditas ontem, como aquele eu não conseguiria te esquecer. Tudo ainda me corrói por dentro, como se uma doença domasse conta do meu corpo, e me fizesse delirar, delirar sobre você, pensar em você, querer você, querer que você possua meu corpo novamente. Como se nada tivesse acontecido, como se estivéssemos voltando ao início, onde aquela Montilla era tudo o que possuía nossas corpos. A página em branco não existe mais, nem o nível alcoólico no meu sangue, apenas lágrimas e o som da sua banda favorita permanecem ao fundo, juntamente com uma dor de cabeça infernal que me apareceu. E o imenso desejo de ser teleportada desse lugar, onde tudo parece um inferno sem fim, pra onde essa intensidade de sentimentos que veem em mim agora não signifiquem nada, além de algum tipo de moeda comercial.
Enquanto a tequila toma conta do meu corpo, penso coisas bizarras sobre a vida, e digo piadas que você costumava dizer =/ Admito, sinto sua falta, mas minha força de vontade é maior que tudo isso, e você não vale nada a pena. Não vou mentir, eu queria que você fosse a pessoa que eu imaginava que você era, ela me fazia feliz… Estar com ela me fazia bem, ela me dava uma nova visão das coisas… Hoje eu nem sei mais quem você realmente é, nem sei o que você é, se você é fofo, ou arrogante, ou até mesmo ambos. Você brincou não só com uma, mas duas pessoas, você escrotizou dois corações. Isso não se faz, não se brinca com os sentimentos de ninguém! Não se diz o que se “supostamente” se sente sem ter certeza, esse tipo de coisa é tido como uma promessa, principalmente por pessoas que veem o mundo romanticamente como eu. Eu odeio admitir que eu odeio como eu me sinto em relação a você, isso me faz mais mal do que qualquer outra coisa, até mesmo do que você me fez. Eu só queria poder tirar tudo isso da minha memória, e apagar você da minha mente de uma forma que você nunca mais retornaria.
Das conversas que tenho tido ultimamente 90% delas eu gostaria de poder transcrever aqui. Eu sou o tipo de pessoa que ponho pra fora sempre o que estou sentindo, e poder analisar tudo isso depois também tem me feito bem pra caramba.
São 4:13 da manhã, e amanhã eu tenho duas provas, mas tudo o que passa na minha cabeça são palavras que vão saindo da forma mais natural possível. Fazendo do que sinto algo que faz sentido, algo que valha a pena.
Tenho dormido tão pouco, e descansado menos ainda, mas meu corpo continua tão hiperativo quanto antes, tão agitado quanto antes. Talvez eu realmente seja um “zumbi da meia noite” como diz meu pai, afinal é nesse horário que estou mais desperta, e que meu cérebro fica a mil por hora.
Mas ao mesmo tempo todo o medo que eu tenho desse bendito escuro, junta-se com essa minha atividade noturna, e fico sem saber como deveria me sentir a essa hora.
Na verdade, eu sempre sei como me sinto, mas nunca sei se deveria me sentir dessa forma. Complicado me entender, até hoje eu nunca o consegui fazer completamente. Me conhecer eu me conheço, até demais, principalmente pra auto crítica, eu me forço demais, eu peço demais de mim mesma. Mesmo quando sei que não deveria, porque é uma coisa natural.
Aí vem aquela sensação de impotência, de decepção. MAS PRA QUÊ DIABOS, SE CERTAS COISAS NÃO DEPENDEM DE MIM?!
Talvez esteja na hora de me desligar um pouco e tentar dormir, ou ao menos um cochilo de 1h 30m, pra ver se consigo parar um pouco essa minha mente.